Fonte: http://paulolepore.jusbrasil.com.br/artigos/121816337/projeto-familia-hospedeira
segunda-feira, 30 de junho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Sinase e Plano Municipal de atendimento socioeducativo
domingo, 15 de junho de 2014
Pai agride violentamente a filha de 15 anos em Lagoa Grande
O motivo da agressão foi que a diretora da escola chamou o pai passou queixas contra a aluna.
Um pai foi preso por maltratar a filha de 15 anos em Lagoa Grande, no Noroeste de Minas. O motivo do crime foi que o homem foi chamado para ir até o colégio onde a adolescente estuda, onde recebeu queixas da diretora contra a aluna. Ao chegar em casa, a menina foi violentamente espancada com fio elétrico.
Informações passadas por uma conselheira tutelar que compareceu à delegacia de Polícia Civil acompanhando a adolescente, é que na sexta-feira (09) o pai foi chamado pela diretora da escola onde a menina estuda, onde recebeu queixas da diretora sobre algumas atitudes da jovem.
Após deixar a instituição de ensino, o pai foi até a casa da avó da menina, com que ela mora, e pediu para que ela saísse de casa. A jovem foi levada até um quarto onde foi espancada com um fio elétrico. O pai ainda falou que se a menina chorasse, apanharia mais.
As marcas ficaram espalhadas por todo o corpo da adolescente. A atitude indignou a avó que chamou o conselho tutelar na manhã de sábado (10).
A conselheira chegou à residência e imediatamente chamou a Polícia Militar para registrar um boletim de ocorrência. Os militares foram até a casa do pai da menina, que foi preso e levado para a delegacia de Polícia Civil.
O homem foi ouvido pelo delegado e foi liberado no mesmo dia, mediante fiança.
Autor: Igor Nunes - Foto: Toninho Cury/Clube Notícias
Fonte: http://www.patosnoticias.com.br/o_que_acontece/noticia/12212-seguranca_e_transito-pai_agride_violentamente_a_filha_de_15_anos_em_lagoa_grande
Violência contra os filhos: uma chaga que precisa ter fim
“Até quando teremos que conviver com essas terríveis notícias com a mesma "justificativa" de que era para educar, para ter suas ordens obedecidas, disciplinar?” (perfil da Rede Não Bata Eduque).
Mulher disse que motivo da agressão seria 'desobediência' do filho.
De acordo com delegada, ela responderá em liberdade por tortura.
Por Érico Veríssimo
A mãe suspeita de agredir o próprio filho de 12 anos se apresentou à polícia na manhã de segunda-feira (22). Na terça-feira da semana passada (16) a criança foi torturada por ela com fios elétricos após ter perdido uma chave, de acordo com denúncia de seu ex-marido, pai do garoto.
Na ocasião, a vítima ligou para o pai pedindo socorro. Quando chegou ao local, o homem encontrou a criança sozinha. A mulher havia fugido de casa com o outro filho de 11 anos.
Acompanhada de uma defensora pública, a mulher compareceu ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente. De acordo com a delegada Maria de Lourdes Duarte Fernandes, a mãe do garoto disse que não tinha justificativa para agredir os filhos 'naquela proporção'.
"Inicialmente, ela disse que se tratou de um caso isolado. Em seguida, acabou confessando que havia espancado as crianças no dia anterior à agressão com o fio. Ela alegou que o motivo [das agressões] teria sido a desobediência do filho mais velho e o fato de ele não arrumar o quarto como ela gostaria", informou.
Ainda de acordo com a delegada, ela negou que tivesse intenção de queimar os filhos com água quente, como havia sido dito pelo pai da criança. A mulher disse que apenas havia colocado uma panela no fogo e mandado as crianças irem arrumar o quarto, dando-lhes um tempo para que concluíssem essa 'tarefa'. Ela afirmou que a água quente era para esterilizar mamadeiras e que seus filhos se equivocaram ao deduzir que era para queimá-los.
Em depoimento, a mãe dos garotos negou que esteja fazendo algum tipo de tratamento de saúde e disse estar bem física e psicologicamente.
Fato novo
As crianças já estão sob a guarda temporária do pai junto com os outros irmãos e, conforme informado por ele, elas já voltaram a frequentar a escola. Conforme a delegada Maria de Lourdes, a mulher vai responder em liberdade pelo crime de tortura. "Se não surgir fato novo e que justifique uma medida cautelar, ela permanece livre", concluiu.
As crianças já estão sob a guarda temporária do pai junto com os outros irmãos e, conforme informado por ele, elas já voltaram a frequentar a escola. Conforme a delegada Maria de Lourdes, a mulher vai responder em liberdade pelo crime de tortura. "Se não surgir fato novo e que justifique uma medida cautelar, ela permanece livre", concluiu.
Rede Não Bata, Eduque lança três produtos durante o Fórum Mundial de Direitos Humanos
No dia 12 de dezembro, a Rede Não Bata, Eduque vai lançar a animação “De olho no mundo” – a animação e o vídeo com o making-of foram feitos com o objetivo de trazer um exemplo prático de participação infantil. O roteiro foi criado a partir dos desejos, sonhos, ideias e senso crítico das crianças. A equipe técnica propôs soluções gráficas, narrativas e de continuidade a partir das ideias elaboradas por elas. No vídeo, as crianças mostram que são capazes de apresentar alternativas, reconhecer a importância de regras e limites e contribuir para a solução pacífica de conflitos.
Também irá lançar as publicações:
Pelo fim dos castigos corporais e tratamento cruel e degradante: manual de sensibilização para conselheiros tutelares, conselheiros de direitos e profissionais do sistema de garantia de direitos – o manual busca desconstruir a banalização e aceitação social dos castigos corporais e degradentes contra crianças e adolescentes abordando o tema de forma dinâmica: do senso comum para a reflexão e desta para a prática. Com linguagem coloquial e ilustrada, a obra busca facilitar a absorção do conteúdo e oferecer elementos que apontem alternativas educativas pautadas no direito de a criança e o adolescente serem educados e cuidados sem qualquer forma de violência.
Pelo fim dos castigos corporais e tratamento cruel e degradante: manual de sensibilização para conselheiros tutelares, conselheiros de direitos e profissionais do sistema de garantia de direitos – o manual busca desconstruir a banalização e aceitação social dos castigos corporais e degradentes contra crianças e adolescentes abordando o tema de forma dinâmica: do senso comum para a reflexão e desta para a prática. Com linguagem coloquial e ilustrada, a obra busca facilitar a absorção do conteúdo e oferecer elementos que apontem alternativas educativas pautadas no direito de a criança e o adolescente serem educados e cuidados sem qualquer forma de violência.
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Rodas de Diálogo sobre Educação Positiva: um caminho possível para a participação infantojuvenil. Aprendizados na busca do diálogo entre crianças, adolescentes e adultos como caminho para o fim dos castigos corporais e tratamento cruel e degradante – sistematização de uma proposta inovadora de participação infantojuvenil, na qual a principal ferramenta é a palavra. A publicação busca divulgar a metodologia utilizada, avaliar as ações desenvolvidas, apontar propostas e desafios que possam aperfeiçoar o trabalho e estimular que outras organizações possam replicar a experiência.
Fonte: http://www.enfrentamentoasviolencias.org.br/?p=1684
Rede Não Bata, Eduque!
A Rede Não Bata, Eduque é formada por instituições e pessoas físicas e atua como movimento social para enfrentar a prática dos castigos físicos e humilhantes estimulando uma relação familiar respeitosa que garanta os direitos da criança à integridade física e psicológica e a seu pleno desenvolvimento como ser humano e cidadão. O projeto apóia a elaboração de políticas públicas e normas legais que proíbam e protejam integralmente crianças e adolescentes e a necessidade de criar e melhorar as bases formais e informais de apoio às famílias, de modo que possam exercer com qualidade a educação de seus filhos. Uma das ações da Rede foi criar a Campanha Não Bata, Eduque, que mobilizou sociedade civil, iniciativa privada e governo.
Saiba mais sobre Rede Não Bata, Eduque
Site: www.naobataeduque.org.br
Contato: (21) 3586-7892
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